É comum que a gestão ambiental seja vista, dentro de uma empresa, como um centro de custo — algo que existe para atender exigências legais e nada além disso. Na prática, quando bem estruturada, ela costuma ter o efeito oposto: reduz desperdício, evita multas e melhora a eficiência operacional.
O uso racional de água e energia é o exemplo mais direto. Processos industriais e de mineração que monitoram e otimizam o consumo desses recursos não apenas cumprem outorgas e condicionantes com mais facilidade, como também reduzem custos operacionais diretos, muitas vezes de forma significativa.
A gestão de resíduos segue a mesma lógica: segregar corretamente, reduzir geração na fonte e identificar oportunidades de reaproveitamento ou venda de resíduos recicláveis transforma um custo de descarte em, no mínimo, uma despesa menor — e em alguns casos, em receita.
Mas o maior custo evitado, para empresas de mineração e indústria, costuma ser o risco. Autuações, embargos e interdições — além da multa em si — param a operação, geram custo jurídico e desgastam a relação com o órgão ambiental. Uma operação em conformidade preventiva simplesmente não vive esse risco.
Sustentabilidade, nesse sentido, não é uma escolha à parte da operação — é parte de como a operação é gerida. Se sua empresa quer entender por onde começar, a equipe da Geoma pode ajudar a mapear as prioridades para o seu caso.
Equipe técnica da Geoma Consultoria Ambiental, especializada em licenciamento, gestão ambiental, educação ambiental e topografia para indústria e mineração em Minas Gerais.